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No Dia do Servidor Público, ATENS reafirma posição contrária à Reforma Administrativa e celebra a resistência de quem faz o Estado existir

28 de outubro – Dia do Servidor Público

Mais do que uma data no calendário, o 28 de outubro é um ato de resistência. Em um cenário de constantes ataques aos direitos e às estruturas do serviço público, o ATENS Sindicato Nacional reafirma, neste Dia do Servidor, seu “não” à Reforma Administrativa e sua defesa intransigente de um Estado forte, gratuito e acessível a toda a população.

Resistir, hoje, é lembrar que o serviço público é o coração que faz o Brasil pulsar. É ele que garante que a saúde chegue a quem precisa, que a educação transforme vidas, que a ciência avance e que a justiça aconteça.
É o servidor público quem dá vida ao Estado — não como uma máquina fria, mas como uma presença real nas comunidades, nas universidades, nos hospitais, nas escolas, nos laboratórios e nas ruas.

Contudo, vivemos tempos sombrios. O que está em jogo não é apenas o futuro do servidor, mas o futuro do próprio serviço público.
A chamada Reforma Administrativa, apresentada sob o falso discurso de “modernização”, busca enfraquecer o Estado, privatizar direitos e entregar responsabilidades públicas a interesses privados. Em outras palavras, quer transformar o que é direito em mercadoria.

Por isso, o ATENS reforça: hoje é dia de resistir.
De afirmar que o Brasil precisa de um serviço público forte, com servidores valorizados, estáveis e comprometidos com o povo — e não de contratos precários e políticas voltadas ao lucro.

A verdadeira eficiência do Estado não se mede por planilhas, mas pelo alcance das suas ações: pela porta do SUS que se abre, pela pesquisa que salva vidas, pelo trabalho de quem dedica uma vida inteira ao bem comum.

Neste 28 de outubro, o ATENS Sindicato Nacional celebra e agradece a cada servidor e servidora pública que, mesmo diante de ataques e tentativas de desmonte, mantém viva a chama do serviço público como instrumento de justiça social e democracia.

Porque o servidor público não serve a governos — serve ao povo.
E enquanto houver quem lute por um Estado forte e público, a esperança seguirá de pé.

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